Programa de Pós-Graduação em Educação
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Educação por Autor "ALMEIDA, Jane Soares de"
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Item A dialogica lúdica do professor de cursinho pré-vestibular: que diálogo é este?(Universidade Metodista de São Paulo, 2009-06-01) CABRAL, Eduardo Mauricio Vieira; ALMEIDA, Jane Soares deO presente estudo tem como objetivo a compreensão do trabalho didático metodológico do professor de cursinho pré-vestibular, pois este, articulado com as condições da linguagem lúdica, desencadeia um raciocínio a fim de levar dinamicidade à aula. Articulado com a Teoria da Enunciação, do Ato e do Dialogismo de Mikhail Bakhtin, foi analisado o tipo de ação produzida pela interação professor/aluno no contexto da instituição escolar. A linguagem é considerada como o meio gerador de conhecimento, com que se explicitam as relações interpessoais, a forma de comunicação diferenciada e o modo como tais relações se manifestam nos contextos educacionais. Para tanto, a enunciação e o dialogismo têm como abordagem o Professor de cursinho pré-vestibular que se constitui frente ao aluno em uma ação de auto-reconhecimento pelo recolhimento desse outro ser. Isso concebe um movimento de alteridade, seguindo a idéia de que a linguagem produz a ação. Assim, professores e alunos, sujeitos portadores de biografias distintas, ocupam ambientes igualmente díspares. Essa dinâmica enunciativa é documentada por entrevistas semi-estruturadas com dez alunos destes cursos e também com dez alunos da rede pública.Item Agora eu, corpo, sinto, penso e evidencio: a presença do dualismo e racionalismo na educação(Universidade Metodista de São Paulo, 2009-03-18) PÁNIK, Celeste; ALMEIDA, Jane Soares deEsta pesquisa tem como foco central o estudo sobre a situação do aspecto corporal e do movimento humano no sistema educacional brasileiro. Para desenvolver esta temática foram utilizados três grandes pilares de diferentes áreas do conhecimento, mas articuladas entre si; elas são: Filosofia, Educação Física e Educação. Partindo de uma concepção filosófica, foram analisados diversos temas em relação ao corpo e à situação deste em relação às estruturas educacionais existentes, utilizando especialmente a condição atual da Educação Física escolar como suporte para realizar esta análise. Tendo como hipótese inicial que o dualismo e o racionalismo representam a base estruturante do âmbito educacional e que, a partir disto, ocorre uma crescente diminuição na importância do corpo e do seu movimento nas estruturas educacionais, foram tecidas reflexões e discussões subseqüentes durante o desenvolvimento do trabalho. Delineada por levantamento bibliográfico e documental, contendo descrição, exploração e análises dos documentos oficiais da Educação brasileira e respaldada por autores de referência das áreas citadas, a pesquisa apresenta um desenvolvimento de idéias que convergem tanto para a superação da visão dualista humana (que divide em pólos opostos e intransponíveis corpo e alma, corpo e mente), como para um sistema que preconiza o pleno desenvolvimento humano.Item Educação Física escolar e as práticas educativas: estereótipos masculinos/femininos(Universidade Metodista de São Paulo, 2010-03-01) SANTOS, Narciso Mauricio dos; ALMEIDA, Jane Soares deAs práticas educativas e os desafios enfrentados pelos professores e professoras de Educação Física em relação a adotar uma postura que contemple o trabalho com turmas heterogêneas constituem-se em um processo de construção social e histórico amparado por legislação, mas, que também vem sendo tratado e discutido por diversos pesquisadores da área. No âmbito deste contexto, os objetivos desta pesquisa tiveram como ênfase (a) pensar sobre o corpo e as práticas educativas da Educação Física escolar direcionadas por professoras e suas possíveis relações na construção dos estereótipos masculinos e femininos, (b) averiguar e apontar como os corpos são construídos sob o olhar de referências, atributos e culturas advindas das relações de gênero e (c) investigar se as questões de gênero imbricadas no campo da formação profissional, até por conta da herança militarista da Educação Física, tem relevância para a criação destes estereótipos entre homens e mulheres, tendo em vista através de dados teóricos que a área possui uma forte tendência a masculinização. Nesta perspectiva, a pesquisa teve como eixo metodológico, um estudo descritivo de análise qualitativa com técnicas de entrevistas semi-estruturada para a obtenção de dados empíricos, neste caso específico priiorizou-se somente a professoras que atuam diretamente nos quatro níveis escolares (educação infantil, ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio), e também algumas observações das aulas das mesmas. O foco dos questionamentos nestas entrevistas emergiu com as seguintes problemáticas: - Durante as práticas educativas o corpo feminino é mais qualificado ou desqualificado para as atividades esportivas? - Como as professoras de Educação Física vêem as atividades práticas, lecionando para meninos? - Os alunos (meninos) aceitam ou repudiam a presença da professora? - A escola e as aulas de Educação Física contribuem para fortalecer valores conservadores em relação às questões de gênero? - Na formação do profissional em Educação Física, as diferenças entre homens e mulheres ultrapassam divergências físicas ou sexuais? - As Instituições de Ensino Superior no âmbito da formação em Educação Física estão tratando as questões de gênero, tendo em vista a tendência militarista que preconizava a masculinidade? Pensando nestas problemáticas destacadas, o referencial teórico se valeu dos escritos sobre gênero, da crítica teórica feminista e das atuais publicações na área da Educação e especificamente da Educação Física escolar para justificar os possíveis apontamentos investigados. As contribuições da pesquisa pautaram-se na apresentação de dados sustentáveis que reforçam a importância da discussão sobre questões de gênero no espaço escolar, prioritariamente na formação do profissional de Educação Física.Item Educação, missão e gênero: as cartas de Martha Hite Watts (1881-1895)(Universidade Metodista de São Paulo, 2010-03-11) LOPES, Lúcia Helena Coelho de Oliveira; ALMEIDA, Jane Soares deO presente estudo analisou a implantação e a prática educativa do trabalho da missionária metodista norte-americana Martha Hite Watts na virada do século XIX e início do século XX, na cidade de Piracicaba, situada no estado de São Paulo. Os eixos de análise para interpretar as interfaces históricas do período baseiam-se em três aspectos: gênero, educação e missão. Martha Watts, é considerada a primeira educadora metodista no Brasil. Sua atuação se deu a partir de 1881, na cidade de Piracicaba, onde fundou o Colégio Piracicabano, que permanece em funcionamento até o presente momento. Sua experiência educacional foi relevante para o desempenho das escolas metodistas ao adotar uma pedagogia inovadora, nos moldes dos países europeus e de sua terra natal. No Brasil do final do século XIX, Martha Watts mostrou determinação ao enfrentar as diferenças de uma nova cultura e novo ambiente com hábitos, gestos e palavras estranhas para ela. O estudo procurou, a partir do diálogo com as cartas deixadas pela missionária, contribuir para a linha de pesquisa em História da Educação Brasileira. A obra da missionária Martha Watts se configura como um valioso legado para o estudo da História da Educação, História das Mulheres e Gênero.Item Os conflitos, barreiras e conquistas das relações de gênero na educação infantil: as relações dos educadores e educadoras de uma creche(Universidade Metodista de São Paulo, 2010-03-10) LOPES, Elsa Santana dos Santos; ALMEIDA, Jane Soares deA presente pesquisa apresenta-se em uma perspectiva qualitativa, de cunho etnográfico. Analisa as relações estabelecidas entre os educadores e educadoras que trabalham com a educação infantil, sob a ótica das relações de gênero. Inicialmente, discute o percurso histórico da Educação Infantil nas principais Leis e Documentos que orientam a Educação Brasileira sob a ótica de gênero. Em seguida, em uma trajetória reflexiva, a análise passa a ser inspirada nos estudos da categoria gênero, e traz reflexões importantes acerca da sua definição, bem como do seu contexto histórico, político e social, segundo as autoras Joan Scott, Guacira Lopes Louro, Fúlvia Rosemberg e Jane Soares de Almeida. O foco da pesquisa está direcionado nas relações que se estabelecem entre os educadores e educadoras das instituições de educação infantil. E a repercussão dessas relações na educação das crianças pequenas. Muitos são os conflitos e barreiras da educação infantil sob a ótica de gênero. Porém, ao longo dos anos várias conquistas foram alcançadas na perspectiva das relações de gênero nessa modalidade de ensino. Ao se analisar as relações entre educadoras e educadores de uma creche, verificou-se que as relações estabelecidas na educação infantil apresentam-se como uma das formas de introdução de meninos e meninas na vida social. E, pensar na interação entre os pares, sejam eles grandes ou pequenos, meninos e meninas é oportunizar as mais variadas compreensões de si, do outro e da realidade.Item Professores com deficiência física no ensino superior: estudo de trajetórias escolares(Universidade Metodista de São Paulo, 2009-03-11) BARBOSA, Frederico Kauffmann; ALMEIDA, Jane Soares deConvivemos natural e socialmente com as diferenças, mesmo que de forma não apreendida, não aparente. Nesse contexto surge o estigma do deficiente, parte integrante de um grupo que foge aos padrões normais da sociedade e da natureza. E no convívio escolar essa diferença torna-se mais evidente gerando um desequilíbrio social, que as práticas pedagógicas tentam minimizar com a proposta da inclusão. As pesquisas acerca da educação inclusiva apontam experiências de professores(as) normais com alunos(as) com e sem deficiência que freqüentam o mesmo ambiente escolar. Observando essa realidade de outro ângulo, como se apresentam essas relações quando o(a) professor(a) é deficiente? Existem poucos trabalhos documentando essas experiências. Esta pesquisa pretende preencher essa lacuna, tendo como base a trajetória formativa de um professor com deficiência física, atuando no ensino superior, em conjunto com entrevistas de outros dois professores do ensino superior, também com deficiência física por meio das seguintes categorias: trajetórias no ensino básico, acesso e permanência no ensino superior, acesso ao mercado de trabalho, acesso e atuação como professor de ensino superior e inclusão. Objetivou-se assim, estabelecer uma reflexão sobre a inclusão profissional frente às dificuldades enfrentadas diariamente na escola. Na tentativa de explicitar as características e os atributos dos indivíduos com deficiência, em convívio com pessoas normais, utilizou-se como base teórica o apoio da estatística, especificamente da curva normal, em conjunto com a trajetória histórica e legislativa acerca do tema. Portanto, o estudo visa contribuir para o desenvolvimento de uma cultura inclusiva promovendo a normalidade das diferenças.
