Biomedicina
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Navegando Biomedicina por Autor "MAEDA, Alfredo Hitoshi"
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Item Análise da contagem total de microrganismos de amostras de salmão(Universidade Metodista de São Paulo, 2025) LOPES, Lilian Barbosa; MAEDA, Alfredo Hitoshi; SILVA, Geovana Oliveira; BRITO, Isabela Menezes deProdutos de origem animal, como o salmão fresco in natura, podem abrigar microrganismos patogênicos que representam riscos à saúde dos consumidores. A contaminação microbiológica pode ocorrer em diferentes etapas da cadeia produtiva, abrangendo desde a captura e o transporte até o armazenamento do pescado. O salmão é um alimento extremamente apreciado, principalmente devido ao seu alto valor nutricional. Por se tratar de um alimento frequentemente consumido cru, o salmão exige padrões rigorosos de controle em todas as etapas, desde a coleta, processamento, transporte, armazenamento até o preparo final. Dentre os agentes microbiológicos patógenos comumente associados ao pescado fresco, destacam-se Salmonella spp., Listeria monocytogenes e Vibrio spp., os quais podem ocasionar doenças alimentares graves. Isso evidencia a importância do monitoramento constante da carga microbiana. Este estudo tem como objetivo analisar a carga microbiana total presente em amostras de salmão fresco in natura da região metropolitana de São Paulo, contribuindo para o entendimento dos riscos microbiológicos envolvidos. Os resultados demonstraram variação significativa entre as amostras: sete amostras apresentaram valores considerados adequados segundo o ICMSF (2002), com contagens variando entre 7 x 10¹ UFC/g (amostra 4) e 1,3 x 10³ UFC/g (amostra 5). No entanto, duas amostras (7 e 8) apresentaram elevada carga microbiana (> 2,5 x 10⁵ UFC/g). Indicando condição de alerta e potencial risco de deterioração precoce. Conforme a Resolução RDC n° 12/2001 da ANVISA, pescados prontos para consumo ou minimamente processados devem conter, no máximo, 10² UFC/g para coliformes a 45oC, além da obrigatória ausência de Salmonella spp. em 25 g. Embora a legislação não estabeleça limite máximo para contagem total de mesófilos, a literatura científica (ICMSF, 2002) indica que valores superiores a 10⁶ UFC/g representam deterioração e risco ao consumo. Os resultados obtidos revelam que, apesar da maioria das amostras estar em conformidade com os padrões da literatura científica, a presença de duas amostras com carga elevada sugere possíveis falhas na cadeia logística ou manipulação do pescado.Item Análise microbiológica de amostras de fígado bovino comercializado em açougues(Universidade Metodista de São Paulo, 2025) BRITO, Isabela Menezes de; MAEDA, Alfredo Hitoshi; SILVA, Geovana Oliveira; LOPES, Lilian BarbosaA segurança microbiológica dos alimentos é fundamental para a prevenção de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs). O fígado bovino, por ser uma víscera de grande valor nutricional é altamente perecível e apresenta risco elevado de contaminação microbiana durante o processamento e comercialização. O presente estudo teve como objetivo realizar a análise microbiológica quantitativa de amostras de fígado bovino comercializado em açougues, com foco na contagem de bactérias aeróbias mesófilas totais, a fim de avaliar a qualidade higiênico-sanitária do produto. Foram analisadas nove amostras coletadas em diferentes estabelecimentos da região metropolitana de São Paulo. As contagens variaram entre 9,0 × 10¹ e 6,5 × 10³ UFC/g, valores inferiores ao limite máximo permitido pela Instrução Normativa nº 161/2022 (5 × 10⁶ UFC/g), sendo todas classificadas como aceitáveis. Conclui-se que as amostras apresentaram conformidade com os padrões microbiológicos estabelecidos, embora as variações observadas indiquem necessidade de monitoramento constante das práticas higiênico-sanitárias nos pontos de venda.
