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Navegando por Autor "PAULA, Blanches de"

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    A hermenêutica do testemunho: o texto de si e o texto para o outro como fundamentação da identidade religiosa
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2022-06-27) ALMEIDA, Sérgio Cesar Prates de; PAULA, Blanches de; SOUZA, Vitor Chaves de
    O objetivo dessa pesquisa parte da perspectiva que a análise da fé não é um exercício a ser feito de forma simplesmente teórica, ela possui um elemento vivo e fundamental. O desejo do sujeito religioso inserido em um espaço coletivo o conduz ao compartilhar da fé permitindo com que ela se mantenha viva entre uma comunidade. Sendo assim, o reconhecimento da fé clama pelo testemunho do outro. Portanto, o testemunho é elemento fundamental para a constituição do sujeito religioso. A identidade religiosa se dá pela atitude de habitar o mundo do texto (discurso) que se revela no testemunho do outro. Desta forma, através dos referenciais apresentados aqui, acreditamos ser capaz de mostrar o sentido mesmo de reconhecimento de fé, e neste reconhecimento de fé o sujeito religioso se constitui, constrói sua identidade. Sendo assim, a hipótese que pretendemos fundamentar no percurso deste trabalho se conceitua nos seguintes termos: o testemunho é elemento constitutivo do sujeito religioso, pois este através da dinâmica da sua existência, que inclui o outro no movimento de si, produz seu próprio texto e recebe o texto do outro. É constitutivo porque sua identidade se dá pela atitude de habitar o mundo do texto (discurso) que se revela no testemunho do outro. Munidos dos referenciais que serão apresentados durante nosso percurso temos como objetivo investigar a originalidade do testemunho e como se dá a fundamentação do sujeito religioso por ele mediado.
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    A pandemia invisível: o sofrimento em tempos pandêmicos e o aconselhamento pastoral como caminho de ressignificação da vida
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2022-08-29) FERREIRA, Fabiana de Oliveira; PAULA, Blanches de
    O sofrimento permeia as dimensões da vida humana em vários aspectos, bem como, diferentes tempos e momentos e pode ser amplo em sua vivência. A presente pesquisa teve como objetivo, em tempos pandêmicos onde os esforços estão normalmente voltados para o socorro da vida em si e automaticamente no combate direto ao vírus/doença, situações de sofrimento, que podem reverberar num adoecimento, especialmente mental, e que podem ser esquecidos provocando uma pandemia invisível. Nesta senda, a hipótese desta pesquisa é que o aconselhamento pastoral é um caminho para o cuidado integral interdisciplinar, na relação da saúde e religião, para a ressignificação da vida em tempos pandêmicos. Considerando que ainda estamos no curso da pandemia da Covid-19, esta pesquisa de recorte bibliográfico se deu a partir de um diálogo com os acontecimentos, no campo da saúde e religião, entre a Gripe Espanhola e a Covid-19 no Brasil, especialmente no que tange a situações de sofrimento. Como principais resultados averiguamos a correlação entre os espaços de sofrimento e a forma como ele se apresenta em ambas as pandemias, bem como a sua relação com a fé e a saúde. Além disso, abordamos os benefícios que a espiritualidade/religião pode proporcionar ao ser humano no que tange a saúde integral e suas ações terapêuticas. E por fim, apontamos o aconselhamento pastoral, como um caminho de cuidado dentro de um contexto interdisciplinar, a fim de minimizar o sofrimento do que nomeamos nesta dissertação como pandemia invisível.
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    Aconselhamento pastoral e logoterapia: convergências possíveis frente ao suicídio
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2021-04-28) SILVA, Vardilei Ribeiro da; PAULA, Blanches de
    O tema do suicídio é desde tempos remotos um grande tabu. As raízes desse tabu se encontram no período medieval, quando a morte de si mesmo era considerada crime contra Deus, as punições físicas aos corpos suicidas eram descabidas e, além dos corpos, as almas eram sumariamente condenadas ao inferno devido ao atentado contra a vida. Entende-se, assim, por que ainda hoje o tema gera desconforto na sociedade ocidental fundamentada pelos valores da religião cristã, religião formadora de opinião e fomentadora das ações contra os suicidas no contexto medieval. Sem receio de conhecer o fenômeno do suicídio, a pesquisa que se apresenta procurou dialogar com as diferentes áreas do conhecimento humano com o propósito não apenas de maior compreensão do fenômeno do suicídio, mas também das diferentes áreas do conhecimento que sustentam o sentido da vida, sem, contudo, se valer do moralismo religioso que ignora as condições subjacentes ao suicídio. Nessa busca de conhecimento a pesquisa se preocupa em possibilitar que o Aconselhamento Pastoral junto às pessoas com ideações suicidas se apresente de maneira humanizada, conscientizando a pessoa da sua responsabilidade para com a vida. Nesse sentido, as contribuições da Logoterapia se apresentam pertinentes para o Aconselhamento Pastoral em nosso contexto tão marcado pelo sofrimento que propicia o vazio existencial.
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    Amor em diálogo: a contribuição das ciências humanas e da saúde para o cuidado pastoral frente à depressão no contexto pentecostal
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2021-05-28) SILVA, Cristiane dos Santos Viturino; PAULA, Blanches de
    A presente pesquisa oferece uma análise sobre o tema da depressão no âmbito da Igreja Assembleia de Deus Madureira, onde suas interpretações foram associadas ao pecado, também vinculados às doenças mentais, com as influências demoníacas. Seus estudos e ensinamentos são baseados na interpretação bíblica de que as causas dos sofrimentos humanos são ocasionadas por espíritos malignos, uma tradição teológica de que Deus está no controle de tudo. Sendo assim, se algo de ruim acontece com um dos seus fiéis, é porque este está em pecado, trazendo angústia na alma e reflexos no corpo. O objetivo é apresentar a depressão como um fenômeno de “tristeza profunda” que passou por avanços de teorias, foi denominada como uma doença com efeitos biológicos e psicossociais, e contribuir com uma visão panorâmica do cuidado, amor e compaixão de Jesus Cristo, e a contribuição das ciências humanas e da saúde para o cuidado das pessoas.
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    As reminiscências da morte: espiritualidade e morte no budismo tibetano em diálogo com a psicologia ocidental
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2021-09-27) DONADON, Felipe; PAULA, Blanches de
    A presente pesquisa visa proporcionar uma reflexão quanto a percepção da morte dentro do budismo tibetano Geluk, explorando temas como a preciosa vida humana e a implicação da prática moral. Além disso, busca-se uma forma de diálogo com a psicologia ocidental, de modo a melhor exemplificar as dificuldades que acabam sendo enfrentadas tanto por profissionais quanto doentes, na proximidade com a morte. Realiza-se assim uma troca de perspectivas sobre como estes dois campos do conhecimento podem contribuir para uma reinterpretação de atitudes geralmente negativas em face do término da vida, como a negação e o medo. Deste modo, considera-se uma interface entre as interpretações e princípios que norteiam as concepções budistas sobre o morrer, e as apreensões e sentimentos, dentro de um viés da compreensão psicológica, que estão presentes na maneira como lidamos com esta temática.
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    Corpos enlutados: por um cuidado espiritual terapêutico em situações de luto
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2009-03-27) PAULA, Blanches de; FARRIS, James Reaves
    Esta tese tem como objetivo compreender o fenômeno do luto por morte a partir da fenomenologia, por meio das experiências de membros da Igreja Metodista no Grande ABC. Para alcançar o objetivo geral, tem como objetivos específicos: dialogar com teóricos do luto nas áreas da teologia e da psicologia; conhecer a fenomenologia do corpo existencial de Maurice Merleau-Ponty como parâmetro para a compreensão do estudo do luto por morte; contribuir para as pesquisas de Cuidado Espiritual em situações de luto por morte. A trajetória teórico-metodológica tem como lócus da pesquisa o relato oral de dez pessoas, que trazem sua vivência do luto a partir da pergunta norteadora: como você viveu a sua experiência do luto? Depois de transcritos e literalizados, esses relatos permitiram levantar as unidades de significado e estabelecer as categorias analíticas: dor, tipo de perda, desorganização do ser, corpo existencial, cuidado, fé, luto por morte como ordem natural, processo relacional, racionalização, saudade, luto antecipatório, dimensão material do viver, culpa, memória e serenidade. A partir dessas categorias, fenomenologicamente interpretadas, a construção de uma tabela nomotética tornou possível a identificação das convergências e divergências entre os relatos, bem como das idiossincrasias. No percurso em direção à compreensão da experiência do luto, os relatos foram submetidos à análise ideográfica, que é a tentativa de alcançar a psicologia individual dos sujeitos da pesquisa. A síntese de um pensar, como a expressão da fenomenologia do luto, desvela nuanças da práxis pastoral. Resultantes da construção desse novo saber em torno da vivência do luto por morte, foram significativas algumas percepções: o processo do luto no contexto religioso institucionalizado é similar ao de um contexto não-religioso; a teologia cristã tem espaço para a ressignificação da morte, por meio da criação de uma espiritualidade para o processo do morrer e, para que isso seja possível, destaca-se a necessidade, no interior das comunidades religiosas, de uma teologia da perda, que possibilite uma educação cristã voltada para o enfrentamento do luto, ou seja, de uma teologia de valorização da vida em meio às perdas; o corpo foi a linguagem mais presente na vivência do luto e, no entanto, o corpo enlutado é um paradoxo na igreja cristã, na medida em que esta se tem debruçado sobre o tema da corpo de forma tímida, no que se refere à educação da fé. Ficou patente a percepção da necessidade de fomentar um cuidado espiritual terapêutico abrangente e continuado em situações de luto, de forma a alcançar não apenas o indivíduo em situação de enlutamento, mas também de alcance comunitário, como parte do conjunto de ações públicas que acolham essa questão.
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    Entre a culpa e o pecado: uma abordagem literário-teológica no poema “A Jesus Cristo Nosso Senhor” de Gregório de Matos
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2020-03-13) RIPOLI, Sheila Alves; PAULA, Blanches de
    Esta pesquisa abordará as questões aplicadas à análise literária barroca brasileira no presente poema atribuído ao poeta Gregório de Matos e dará a atenção aos agentes dos discursos que lerá o poema textualizando-o. Em decorrência da pesquisa, atentaremos ao método literário-teológico com um viés da aproximação teopoética olhando para as situações conflitantes do governo e do clero no que tange às mazelas da época em estudo. Em seguida, apresentaremos a cronologia da vida do poeta, compreendendo os momentos em que ocorreu seu aparecimento no período barroco brasileiro. Ainda nessa pesquisa mostraremos quais interações facilitarão a análise do discurso na abordagem da leitura do poema “A Jesus Cristo Nosso Senhor” com foco nos estudos dos ditos pecado e culpa e se é possível por trás dessas palavras encontrar a liberdade humana ou o livre-arbítrio.
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    O fenômeno do suicídio na adolescência e as perspectivas de prevenção e aporte do aconselhamento pastoral
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2021-10-21) LIMA, Rosa Marlene Xavier de; PAULA, Blanches de
    Este trabalho desponta de um olhar direcionado à adolescência, frente ao adoecimento que têm acometido uma parcela dessa população, que em meio ao processo de desenvolvimento físico e emocional, é arrebatada pela crescente demanda de suicídios. O suicídio é multifatorial e desafia a compreensão humana dada a sua singularidade e tabu que o envolve. É um fenômeno mundial, que não faz qualquer acepção de pessoas, seja de cor, etnia, classe social ou faixa etária. Esta pesquisa pretende, a partir de uma revisão bibliográfica, contribuir com a prevenção ao suicídio na adolescência. Para melhor compreensão do assunto, dialogamos com algumas áreas do conhecimento no intuito de aliar os saberes. A pesquisa organizou-se da seguinte forma: primeiramente uma abordagem conceitual sobre a adolescência e indagações que possivelmente desencadeiam processos que causam sofrimento e dor como vulnerabilidades, entre outros. Na sequência adentramos no universo do fenômeno do suicídio, das raízes medievais aos nossos dias, o tabu, a morte, seu deslocamento, a possibilidade de correlação da incidência de alguns transtornos ao suicídio e os fatores predisponentes. E no terceiro ponto, investigaremos as aproximações entre os benefícios do cuidado, da espiritualidade e do aconselhamento pastoral como estratégia de prevenção ao suicídio na promoção da saúde, do bem-estar e como potencializadores na ressignificação da vida. Acreditamos que para resgatar esse indivíduo e reconduzi-lo a uma esfera de equilíbrio, bem-estar e saúde na integralidade seja imperativo a reconexão consigo mesmo e com a espiritualidade. Vislumbra-se, assim, que estas elucubrações se tornem contribuições, enquanto potencializadores no caminho da ressignificação da vida na adolescência com o apoio dos fatores de proteção como, família, amigos, pares e as redes de apoio de instituições e comunidades, bem como as alternativas de terapias e tratamentos vigentes que possam atenuar o sofrimento existencial destes indivíduos e se tornar um aporte eficaz na prevenção ao suicídio na adolescência.
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    Preocupação última e ambiente último: aproximações possíveis entre Paul Tillich e James Fowler
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2020-10-27) SILVA JÚNIOR, Armando Altino da; PAULA, Blanches de
    Este trabalho tem como objetivo uma análise da teologia desenvolvida por James Fowler em seus escritos, principalmente na obra Estágios da fé, publicada em 1980, que aponta o teólogo Paul Tillich como influenciador teológico de seu trabalho. A questão, então, é observar nessa obra as influências de Paul Tillich sobre o pensamento de James Fowler e apontar as aproximações possíveis entre os dois autores. O fundamento desta é a possível proximidade entre a tese de Paul Tillich sobre a “preocupação última” e a de Fowler, sobre o “ambiente último”. As principais obras analisadas são a Dinâmica da fé, de Paul Tillich, e Estágios da fé, de James Fowler, que utilizou o livro de Tillich como base para o seu trabalho. Entendemos que o conceito de “preocupação última” é muito bem definido e conhecido, porém precisamos buscar os fundamentos do conceito de “ambiente último” para percebermos se há alguma proximidade entre os autores nesse sentido. Entendemos que esse tema tem grande importância para os conceitos da religião e da fé, pois a ultimidade seria o processo essencial que gera sentido a tudo mais na existência. Por isso, vemos que a síntese a que possamos chegar seja um importante incremento para o estudo das Ciências da Religião, principalmente diante de um mundo com uma religiosidade imediatista e utilitária.
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    Rosacrucianismo: espiritualidade e identidade moderna
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2023-03-31) ROMÃO, Renan Lescano; PAULA, Blanches de
    O rosacrucianismo é um movimento cultural, místico e ideológico que começa a se formar na Europa no século XVII, tornando-se público através de três manifestos lançados entre 1614 e 1616, e que propõe uma Reforma Geral, individual e coletiva, através de uma síntese teórica e prática de sabedorias esotéricas. A presente pesquisa teve como objetivo analisar, a partir dos sujeitos e grupos rosacrucianos, suas identidades e os particularizar como “espiritualidades modernas”. Foram eleitos os dois maiores grupos rosacruzes contemporâneos: a Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC), fundada por Harvey Spencer Lewis em 1915, e a Fraternidade Rosacruz (FR), fundada por Max-Heindel em 1909, ambas organizações que se afirmam herdeiras do rosacrucianismo do século XVII. Tal análise foi realizada a partir de uma perspectiva quanti-quali, através de questionários aplicados por survey online (Questionários de identidade rosacruz; sócio-cultural econômico; critérios de espiritualidade moderna de Hervieu-Lèger; controle institucional e regulação da verdade; Escala de Centralidade Religiosa), de produções bibliográficas das organizações e por observação participante em organismos afiliados. Percebeu-se que ambas organizações compartilham da mesma lógica mítica, porém com validações e estruturas de controle diferentes: a AMORC, com uma validação mais institucional baseada em conformidade do sujeito ao poder institucional, e a FR com validação mais comunitária baseada na coerência do sujeito aos ideais do grupo. De modo geral, os rosacruzes estão em uma faixa de instrução e de renda altas; preservam múltiplas pertenças religiosas e de organizações iniciáticas; com maior centralidade nas práticas espirituais coletivas do que nas individuais. Os resultados obtidos demonstram que o rosacrucianismo atende aos critérios de espiritualidades modernas, tendo influências de trânsito com a Nova Era, mas não pode ser reduzido a esta.
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    Saudade sim, tristeza também: a Pastoral das Exéquias e o direito de chorar pelos mortos
    (Universidade Metodista de São Paulo, 2024-03-27) SOUZA, Lindolfo Alexandre de; PAULA, Blanches de; CARNEIRO, Marcelo da Silva
    Pode parecer óbvio que diante da morte de um ente querido a pessoa cristã tem o direito de chorar e manifestar sua situação de luto. Entretanto, quando se trata de questões ligadas ao fenômeno religioso, nem sempre o que parece óbvio encerra o debate. Nesse sentido, a presente tese tem o objetivo de investigar um discurso pastoral existente na Igreja Católica Apostólica Romana que, embora não seja hegemônico e não esteja em sintonia com a teologia oficial da instituição, se organiza a partir de uma proposta de interdição da tristeza diante do fenômeno da morte. O principal divulgador desse discurso pastoral é o padre Marcelo Rossi, a partir da criação e da divulgação do slogan “Saudade sim, tristeza não!”. Assim, com recorte na atuação da Pastoral das Exéquias, esta tese teve os objetivos de investigar a existência, na compreensão e na prática dos/as ministros/as extraordinários/as das exéquias da Arquidiocese de Campinas (SP), dessa mentalidade de interdição da tristeza na realização das celebrações das exéquias, bem como verificar se há influência do discurso pastoral em questão; pesquisar a compreensão que a Igreja Católica tem sobre a morte e a tristeza e investigar a perspectiva de interdição da tristeza presente na sociedade contemporânea. Como metodologia foram realizadas pesquisas de campo por meio de questionário e de entrevistas individuais semiestruturadas, além de pesquisa bibliográfica e documental. Para análise de parte das informações coletadas utilizou-se a técnica de Análise de Conteúdo (Bardin, 2016). A revisão da literatura e a aplicação da pesquisa de campo possibilitaram concluir que, de fato, o discurso pastoral mencionado exerce influência, ainda que não absoluta, nas atividades da Pastoral das Exéquias da Arquidiocese de Campinas (SP). Diante de tal constatação, este trabalho resgata que é coerente com a fé cristã-católica que a tristeza tenha seu espaço nos processos de vivência da morte de um ente querido, bem como nos processos de luto ocasionado por morte, com o destaque de que a pessoa cristã é convidada a viver esse momento à luz da esperança da ressurreição. Nesse sentido, como contraponto ao slogan “Saudade sim, tristeza não!” configurou-se o título desta tese: “Saudade sim, tristeza também: a Pastoral das Exéquias e o direito de chorar pelos mortos”. Entre os principais referenciais teóricos constam Horwitz; Wakefield (2010), Freire Filho (2010), Sung (2007), Paula (2011), Ariès (2017), Franco (2021), Casellato (2015; 2020), Torquato (2020), Blank (2000) e Josaphat (1998), bem como textos do Papa Bento XVI (2007) e do Papa Francisco (2015).

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