Biomedicina
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Navegando Biomedicina por Autor "PARIZ, Juliana Risso"
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Item A relação entre uma dieta hiper lipídica e a saúde mental dos universitarios(Universidade Metodista de São Paulo, 2025) TURINO, Raphael Pedreiro; FREITAS, Thalma Ariani; GOULART, Gabrieli de Moura; BRITO, Lyvia Rodrigues de; ALBUQUERQUE, Tayná Lomes de; ITIUBA, Maria A. R. C. R.; PARIZ, Juliana RissoDe acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é definida como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença". Nos últimos anos percebemos aumento nos diagnósticos de depressão e transtorno de ansiedade, fator que também pode estar associado a pandemia de COVID-19. A depressão é caracterizada por mau humor, perda de interesse em atividades agradáveis, insônia déficit de atenção e, muitas vezes, pela presença de sentimentos como culpa e/ou desesperança, já a ansiedade é uma preocupação exagerada com o futuro, uma sensação de “ameaça” e/ou “medo” de algo que ainda sequer aconteceu ou acontecerá, é uma sensação de que tudo pode dar errado ou que algo ira falhar abruptamente sem o seu controle. Estes transtornos podem levar a alterações bioquímicas como a alteração da função intestinal, podendo desenvolver transtornos alimentares ou gástricos, estas alterações podem impactar negativamente o sujeito podendo até mesmo agravar o transtorno ou desencadear outra problemas mais severos de saúde. Diante disto, foi nosso objetivo avaliar nos estudantes dos cursos presenciais da UMESP o nível de ansiedade e depressão através da escala de rastreio de depressão e ansiedade e relacionar com os resultados do exame protoparasitológico de fezes (PPF). Após a aprovação do CEP-UMESP (7.521.549) e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), foram disponibilizados o questionário, as instruções de coleta da amostra de fezes e entregue o frasco estéril para a coleta das fezes. As amostras foram processadas e lidas na policlínica da UMESP, especificamente dentro do Núcleo de Análises Clínicas e lidas por meio do microscópio binocular Nikon modelo E200. Os dados foram analisados através do programa SPSS, foi utilizado o teste qui-quadrado de Pearson, sendo considerado significante o valor de p<0,05. Nossos resultados indicam que os estudantes apresentam tendencia a transtornos de ansiedade (78%), porém não a depressão (22%). No exame de fezes, 80% dos estudantes apresentaram alteração, com a presença de gordura, indicativo de uma dieta pobre em nutrientes. Nossos resultados são importantes para identificarmos os fatores ansiogênicos presente no ambiente universitário e promovermos ações que melhorem a saúde física e mental dos alunos, atenuando tais transtornos.Item Caracterização do perfil seminal e níveis de espécies reativas de oxigênio de alunos voluntários da graduação e sua correlação com fatores de estilo de vida(Universidade Metodista de São Paulo, 2022) JESUS, Beatriz Pasqualini de; PARIZ, Juliana RissoA espermatogênese é o processo de formação dos espermatozoides e como qualquer outro processo fisiológico, está sujeito a sofrer danos, os espermatozóides são células suscetíveis a ação das espécies reativas de oxigênio (ROS). 50% das causas de infertilidade estão fatores masculinos, os hábitos e estilo de vida que contribuem para a elevação dos níveis de ROS, em excesso prejudica as células. Portanto, o objetivo deste projeto é caracterizar o perfil seminal e dosar os níveis de espécies reativas de oxigênio de alunos voluntários da graduação e sua correlação com fatores de estilo de vida. Para isso, recrutamos 36 homens graduandos, entre 18 e 32 anos, cada voluntário relatou seu estilo de vida através do preenchimento de um questionário, seguido pela coleta da amostra de sêmen para realização de análise seminal e espécies reativas de oxigênio. O projeto foi executado nas dependências da Universidade Metodista de São Paulo, em colaboração com o Laboratório Androscience, iniciou em Novembro de 2018 terminou em Julho de 2021. Todas as amostras apresentaram alterações nos parâmetros seminais podendo ser relacionado ao histórico dos voluntários. Os níveis de ROS, apresentou-se acima da referência adotada pelo projeto (<0,55 x 10⁴ cpm/20 x 106) em todos os voluntários, porém não foi possível repetir a análise devido a quantidade limitada de amostra. Portanto, podemos notar com os resultados, alterações na qualidade seminal e vários estudos já relacionam a causa com os hábitos levados pelos homens.Item Glicemia e saúde mental: qual a relação?(Universidade Metodista de São Paulo, 2025) GOULART, Gabrieli de Moura; FREITAS, Thalma Ariani; BRITO, Lyvia Rodrigues de; TURINO, Raphael Pedreiro; ALBUQUERQUE, Tayná Lomes de; ITIUBA, Maria A. R. C. R.; PARIZ, Juliana RissoSegundo a Organização Mundial da Saúde, a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. Estudos apontam maior prevalência de ansiedade e depressão entre jovens universitários e vêm investigando a relação entre níveis de glicemia e transtornos mentais. Contudo, este estudo, desenvolvido com apoio do CNPq-PIBIC e aprovado pelo CEP-UMESP (7.521.549), teve como objetivo avaliar estudantes dos cursos presenciais da Universidade Metodista de São Paulo quanto aos níveis de ansiedade e depressão e correlacionar os resultados com parâmetros laboratoriais de glicemia. Foram aplicadas escalas de rastreio e realizada a aferição da glicemia capilar no Núcleo de Análises Clínicas da UMESP, utilizando os valores de referência da Sociedade Brasileira de Diabetes (70–99 mg/dL). A análise estatística foi conduzida no programa SPSS, por meio do teste qui-quadrado de Pearson (p<0,05). Os resultados obtidos (n=30) indicaram tendência a transtornos de ansiedade associados à alteração da glicemia, com diferença estatisticamente significativa. Conclui-se que o ambiente universitário pode contribuir para o aumento dos níveis de ansiedade e influenciar o equilíbrio glicêmico dos estudantes, reforçando a importância de ações voltadas à promoção da saúde mental e física.Item Impacto da saúde mental na cascata de coagulação(Universidade Metodista de São Paulo, 2025) ALBUQUERQUE, Tayná Lomes de; FREITAS, Thalma Ariani; GOULART, Gabrieli de Moura; BRITO, Lyvia Rodrigues de; TURINO, Raphael Pedreiro; ITIUBA, Maria A. R. C. R.; PARIZ, Juliana RissoDe acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é definida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças. A depressão caracteriza-se por humor deprimido, perda de interesse e sentimentos de culpa ou desesperança, enquanto a ansiedade envolve preocupação excessiva e sensação de ameaça. Esses transtornos podem provocar alterações bioquímicas, como o aumento do cortisol, que influencia a resposta inflamatória, a função imunológica e o metabolismo da glicose, podendo agravar o quadro clínico ou desencadear outras doenças. A coagulação sanguínea é essencial para a hemostasia e depende da interação entre plaquetas, fatores plasmáticos e endotélio vascular. Evidências indicam que estados emocionais, como ansiedade, estresse e depressão, modulam a resposta hemostática por mecanismos neuroendócrinos e imunológicos. Diante disso, esta pesquisa, apoiada pelo CNPq-PIBIC e desenvolvida na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), teve como objetivo avaliar níveis de ansiedade e depressão em estudantes e correlacioná-los com parâmetros laboratoriais. Após aprovação do CEP-UMESP (7.521.549) e assinatura do TCLE, aplicaram-se escalas de rastreio e coletaram-se amostras sanguíneas no Núcleo de Análises Clínicas (NAC). Os dados foram analisados no software SPSS versão 26.0 e Teste qui-quadrado de Pearson, considerando significância de p<0,05. Nos resultados (n=30), observou-se tendência a transtornos de ansiedade e alterações na cascata de coagulação, sugerindo que o ambiente universitário pode favorecer o desenvolvimento de ansiedade.Item Perfil urinário, renal e suas correlações com hábitos e estilo de vida de mulheres de 18 a 30 anos(Universidade Metodista de São Paulo, 2025) SOUSA, Rafaelle Nogueira de; PARIZ, Juliana Risso; CALIPO, Júlia; ITIUBA, Maria A. R. C. R.; RODRIGUES, Evandro Milton; FREITAS, Thalma ArianiA urina é o resultado da filtração do sangue realizada pelas células do rim, sendo sua avaliação um dos mais antigos desafios da medicina laboratorial. Hábitos alimentares, ingestão de líquidos e estilo de vida como prática de exercícios físicos e hábitos viciantes podem exercer influência direta sobre os parâmetros urinários. Segundo a OMS, mulheres sedentárias devem consumir em média 2,7 L de água por dia, a fim de manter o pH urinário adequado e reduzir o risco de Infecções do Trato Urinário (ITUs), contudo, mundialmente, 60% das mulheres apresentam ITUs em algum momento da vida, sendo comum entre os médicos a recomendação de aumentar a ingestão de líquidos para prevenção. Entretanto, até o momento, poucas avaliações respaldam estes dados, nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo avaliar o perfil urinário e renal de mulheres entre 18 e 30 anos, e suas correlação com hábitos e estilo de vida. Sob aprovação do comitê de ética (parecer nº 7.300.588), 32 participantes voluntárias concordaram com a assinatura do Termo de Consentimento, preenchimento de um questionário online contendo 51 perguntas e doação de uma amostra de urina. As análises macroscópicas, bioquímicas e por sedimentoscopia apresentaram em sua maioria aspecto ligeiramente turvo, cor amarelo citrino e presença de células de descamação epiteliais e leucócitos. Em um comparativo estatístico pelo teste t de student com o p<0,05, o consumo de vegetais e a tendência em se ter ITUs, além da baixa ingestão hídrica menor que a recomendada pela OMS. O presente estudo mostrou, dessa forma que, há uma correlação direta entre o menor consumo de água diário e maior risco de infecção urinária em mulheres entre 18 e 30 anos de idade, embora ainda não possamos concluir que beber água extra reduz o risco de algumas doenças do trato urinário, tal como outros hábitos alimentares e de estilo de vida. Assim, estudos neste cenário precisam ser aprofundados e divulgados a fim de se observar alterações em análises laboratoriais e consequências para doenças futuras.
